Isaías 52:3

Porque assim diz o SENHOR: Por nada fostes vendidos; também sem dinheiro sereis resgatados.

Salmos 86:11

Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; une o meu coração ao temor do teu nome.

Lucas 15:6

E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

2 Coríntios 2:14

E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento.

Efésios 2:17

E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto;

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LEIA O QUE ESTE PASTOR FEZ!


Foto: LEIA O QUE ESTE PASTOR FEZ!

O pastor Jeremias Steepek (foto) se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam "oi" para ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.

Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anuncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congreação: "Gostariamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek". As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’."

Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então: "Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?". Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: "Até semana que vem"! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas.

O pastor Jeremias Steepek (foto) se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam "oi" para ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.

Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anuncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congreação: "Gostariamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek". As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’."

Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então: "Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?". Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: "Até semana que vem"! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas.

Adolescente evangélico faz sucesso no Programa Raul Gil no SBT.

Adolescente evangélico faz sucesso no Programa Raul Gil no SBT. AssistaEle tem apenas 12 anos, mora em Sorocaba (SP) e frequenta a Igreja Evangélica Assembleia de Deus na Vila Angélica, liderada pelo pastor Abiu Carriel. Filho de Edna e Antônio Holanda, ele é o caçula de três irmãos e está cursando a sétima série.
Como ele mesmo diz em seu Twitter, “um adorador de pequena estatura, mas com essência”. E isso foi constatado por milhares de pessoas na apresentação de José Antônio, ou Jotta A, nas tardes dos dois últimos sábados (13 e 20), no quadro Jovens Talentos Kids, do programa Raul Gil (SBT).
A apresentação de Jotta A foi marcante não só para a plateia, que aplaudiu de pé, mas também para os jurados que ficaram emocionados. No primeiro dia, a cantora e jurada Negra Li não escondeu o choro e a emoção ao falar do pequeno adorador.
Ao interpretar Agnus Dei, uma das mais conhecidas músicas evangélicas em todo o mundo, Jotta A foi o grande destaque do programa e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais entre os evangélicos e pessoas que foram tocadas pela apresentação do menino. Já no dia 20, Jotta A interpretou outro clássico – Happy Day. E a reação do auditório, dos jurados e dos músicos também não poderia ser diferente. Mais uma vez, ele foi aplaudido de pé.
De lá pra cá, a rotina de Jotta A mudou completamente. Ele conta que na escola o assédio tem sido muito grande por parte dos professores e colegas. “Os professores me tratam como um bebê e todos os colegas ficam querendo saber como é participar do programa”. A irmã mais velha, Lanna, que acompanha o menino nas apresentações, diz que “têm dias que ele leva cerca de duas horas para sair da escola”.
No entanto, o enorme sucesso não fez com que Jotta A perdesse a identidade cristã que sempre teve. Ele conta que, quando foi incentivado pela família a participar do programa, recebeu total apoio da igreja e do pastor. “A igreja se colocou em oração e sempre tive o apoio do meu pastor”, destaca.
O compromisso que tem com o ministério e o talento que Deus lhe deu, fazem com que as apresentações de Jotta A sejam realmente diferentes. Ele diz que nas apresentações no programa sentiu que algo diferente acontecia naquele palco. “Quando eu canto, sinto a presença de Deus e creio que a plateia também sentiu. O chão tremia. Foi algo tremendo!”, testifica.
Mesmo participando de um programa de auditório em rede nacional e pressionado pela mídia, Jotta A é enfático ao afirmar que não pretende cantar músicas seculares durante a competição. No próximo sábado (27), Jotta A vai interpretar um outro clássico mundial da música gospel. Mas, para não estragar a surpresa, decidimos não revelar aqui. Garantimos que valerá a pena conferir mais essa apresentação.

Sucesso e carreira

Fã da cantora Cassiane, ele conta que sempre gostou de ouvir suas canções e a primeira música que cantou, aos três anos de idade, foi Com muito louvor, grande sucesso da cantora pentecostal.
Pela potência vocal e técnica perfeita, Jotta A já vem recebendo comparações com o cantor Michael Jackson, quando ainda criança foi sucesso com o grupo The Jackson Five. Ao ser perguntado sobre a inevitável comparação, o menino diz que recebe bem, pois sempre admirou o trabalho do popstar.
Atualmente, o jovem adorador está preparando o próximo CD que será lançado em setembro, durante a Expocristã, em São Paulo. O primeiro trabalho foi gravado aos seis anos, com a produção de Alex Silva.
Mesmo que a maioria das pessoas não cogitem a possibilidade de que Jotta A não vença o programa, o menino diz que , caso isso aconteça, sempre continuará tentando e seguirá a carreira como cantor gospel, mas sem deixar de lado a intimidade que tem com o Senhor. “É algo que busco ter sempre. Todas as vezes, antes de me apresentar, faço minha oração e digo: ‘Senhor, a glória é para Ti!’”, finaliza.

“Nova Reforma Protestante”


Confira a integra da versão do editor (sem cortes) da matéria especial da revista Época sobre a “Nova Reforma Protestante”Ricardo Alexandre ganhou destaque com a matéria de cada da revista Época (da Editora Globo) do dia 9 de Agosto com o tema “A Nova Reforma Prostestante”. O texto fala dos “novos” evangélicos com suas práticas e crenças. Ricardo decidiu publicar em seu blog a matéria completa sem cortes da editora. Você confere na integra abaixo:
Abrindo mão das grandes estruturas e de olho na pós-modernidade, inspirados no cristianismo primitivo e conectados à internet, exigindo ética e criticando abertamente a corrupção neo-pentecostal, líderes e leigos querem recriar o protestantismo à brasileira
Por Ricardo Alexandre
Irani Rosique é um cirurgião de 49 anos, dono de um dos principais hospitais de Ariquemis, cidade de 84 mil habitantes do interior de Rondônia. Numa terça-feira daquelas típicas noites quentes do outono rondoniense, o médico está no alpendre de uma confortável mas não luxuosa casa de uma amiga professora, no Setor 3, bairro de classe média da cidade, junto a outros velhos amigos, alguns vizinhos e parentes da anfitriã. São aproximadamente 15 pessoas e Irani prepara-se para falar. Por 15 minutos, conversa com os presentes sobre o que o Salmo primeiro (“bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”) dizia aos corações dos presentes. Depois, oraram pela última vez – como já haviam orado uns pelos outros e cantado por cerca de meia-hora antes da palavra do cirurgião – então partiram para o tradicional chá com bolachas regado à conversa animada e íntima.
Irani não é pastor, presbítero, bispo, muito menos “apóstolo”. É apenas um médico que há décadas reúne-se em pequenos grupos de oração, comunhão e estudos da Bíblia. Com o passar dos anos, esses grupos se organizaram num modelo conhecido como “células”, com o objetivo de apoiarem-se e multiplicarem-se. Hoje, são 262 espalhados pela cidade, congregando cerca de 2.500 pessoas, organizadas tanto quanto possível por 11 “supervisores”, Irani entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com a única característica comum de serem crentes mais experientes e de, preferencialmente, terem passado por algum dos vários cursos de treinamento cristão existentes por todo o Brasil.
Desde que converteu-se ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia no final da década de 1960, Irani jamais participou de uma igreja formalmente instituída. Apenas de pequenos grupos sem o menor apego à liturgia ou clero. Adulto, chegou mesmo a ter dificuldades em divulgar seus projetos e eventos entre os chamados “evangélicos históricos”. Entretanto, hoje o médico é uma referência entre líderes de todo o Brasil, de bispos da Igreja Anglicana a professores do tradicionalíssimo Instituto Haggai. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã vindos de igrejas que, há 20 anos, não lhe retornariam um telefonema. Irani Rosique pode ser considerado uma espécie de símbolo de um período flagrante de transição que ocorre hoje nas igrejas evangélicas brasileiras em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões, hierarquias e quaisquer outras ortodoxias estão sob profundo processo de revisão e autocrítica.